Nos Estados Unidos, ventos solares em contato com campo
magnético da Terra formam luzes.
Aurora boreal sobre o lago Lake Elora foi vista em cidades
americanas como Duluth e Saint Cloud, em Minnesota, no norte dos EUA. Esse show
de luzes coloridas e brilhantes ocorre quando os ventos solares entram em
contato com o campo magnético da Terra (Foto: The Star Tribune/Brian
Peterson/AP)
Aurora boreal também ocorreu no Lake Superior, na cidade de
Duluth, divisa entre os estados de Wisconsin e Minnesota. Fenômeno fica visível
entre fim da tarde e madrugada (Foto: The Star Tribune/Brian Peterson/AP)
Fenômeno de luzes que ocorre no Hemisfério Norte e é
conhecido como aurora boreal pôde ser visto no domingo (15) no Lake Elora,
norte do estado de Minnesota, EUA(Foto:
The Star Tribune/Brian Peterson/AP)(G1)
Cerco sobre Serra e Paulo Preto se fecha após doação
milionária
O cerco à ligação entre o esquema criminoso do bicheiro
Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, apoiado por um grupo de
empresários de vários Estados brasileiros, começa a se fechar sobre o candidato
tucano à administração municipal de São Paulo, José Serra. Ele e assessores
próximos têm sido pressionados a explicar a série de ligações com integrantes
do grupo acusado de fraude, contravenção e formação de quadrilha, liderado pelo
contraventor goiano. Em 2010, durante a campanha derrotada ao Palácio do
Planalto, o grupo de Serra recebeu uma doação de R$ 8,2 milhões, feita pela
esposa do empreiteiro José Celso Gontijo, Ana Maria Baeta Valadares Gontijo. O
valor foi um ponto fora da curva para uma pessoa física, uma vez que a lei
eleitoral permite apenas que se doe 10% do valor ganho num determinado ano. A
situação se agrava devido ao fato de Gontijo aparecer em um dos vídeos gravados
por Durval Barbosa, ex-secretário do governador do Distrito Federal José
Roberto Arruda, no qual ele paga propina para manter seus contratos de
tecnologia no Distrito Federal. Arruda e Serra eram da mesma facção dentro do
PSDB e foi cogitado para ser companheiro de chapa do tucano na corrida presidencial,
descartado após o escândalo.
A doação milionária de Ana Gontijo para a campanha tucana de
2010, como pessoa física, é comparável somente às doações dos grandes bancos e
grandes empreiteiras e, naquele ano, bateu todos os recordes. Ana Gontijo
precisaria ter ganhado cerca de R$ 7 milhões por mês de salário bruto ou renda
ao longo de 2009 (cerca de R$ 82,5 milhões de renda anual). Um processo em
curso na Receita Federal verifica a autenticidade da fortuna doada pela Srª
Gontijo, cujo marido foi filmado entregando maços de dinheiro para o esquema
conhecido como Mensalão do DEM, desvendado pela Operação Caixa de Pandora, da
Polícia Federal (PF). No relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o
escândalo, produzido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, vale destacar
o tópico inteiro dedicado a Celso Gontijo:
“O Sr. JOSÉ CELSO GONTIJO figura ainda como proprietário da
empresa CALL TECNOLOGIA E SERVICOS LTDA, de CNPJ no 05003257/0001-10, empresa
citada no Inquérito n° 650/STJ como financiadora do esquema de corrupção, e que
possui contratos com a CODEPLAN e o DEFRAN, totalizando repasses no valor de R$
109.347.709,17 (cento e nove milhões, trezentos e quarenta e sete mil,
setecentos e nove reais e dezessete centavos) entre os anos de 2000 a 2010.
“O Sr. JOSÉ CELSO GONTIJO aparece em gravação feita pelo Sr.
DURVAL BARBOSA, entregando-lhe dois pacotes contendo diversas notas de R$
100,00 (cem reais). Esse vídeo compõe o inquérito nº 650/STJ e foi gravado na
gestão do governador José Roberto Arruda, conforme foto do ex-governador
disposta na parede oposta da gravação. Segundo o Sr. DURVAL BARBOSA, esse
encontro ocorreu no dia 21 de outubro de 2009 na Secretaria de Assuntos
Institucionais (v. 4, p. 528). Ainda segundo o declarante esse encontro tinha
como objetivo fazer um “acerto” do recurso arrecadado como propina de um
contrato com a empresa CALL TECNOLOGIA E SERVICOS LTDA (v. 4, p. 529). A
propina era entregue diretamente pelo Sr. JOSÉ CELSO GONTIJO, por seus
funcionários, e em uma ocasião pelo Sr. LUIS PAULO DA COSTA SAMPAIO. Ressalta
ainda o delator que essa propina era paga desde o governo passado, equivalendo
a um percentual entre 7% (sete por cento) e 8% (oito por cento) do total pago à
empresa, já descontado o valor dos impostos. Esse dinheiro era inclusive
arrecadado à época da campanha do Sr. JOSÉ ROBERTO ARRUDA ao governo do DF”.
Gontijo e Paulo Preto
A CPMI do Cachoeira visa os depoimentos de José Gontijo e
Paulo Vieira de Souza, ou Paulo Preto, como é conhecido o ex-captador de
recursos para as campanhas eleitorais de Serra, em São Paulo, agendados para o
mês que vem. Coincidência ou não, assim que soube da convocação de Paulo Preto,
o senador tucano paulista Aloysio Nunes, responsável pelo caixa de campanha em
2010, pediu para se afastar da Comissão, sendo substituído por Cyro Miranda
(PSDB-GO). Fernando Cavendish, ex-presidente da Delta Construções; e Luiz
Antonio Pagot, ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de
Transportes (Dnit) do Ministério dos Transportes; além de Adir Assad,
empresário de São Paulo que atua nos segmentos de construção civil e eventos
também falarão aos senadores.
Call Center
Ao todo, o Estado de São Paulo fez contratos de quase R$ 1
bilhão com a Delta; R$ 178, 5 milhões, celebrados nas gestões Alckmin (2002 a
março de 2006 e de janeiro de 2011 em diante) e R$ 764,8 milhões no governo
Serra (janeiro de 2007 a abril de 2010). Paulo Preto assinou o maior parte
deles. A Dersa contratou a Delta, em 2009, para executar a ampliação da
marginal do Tietê por R$ 415.078.940,59 (valores corrigidos). Pela Delta,
assinou Heraldo Puccini Neto, que teve a prisão preventiva decretada em abril e
continua foragido.
– A CPMI está complementando esse trabalho que, aliás, foi
muito bem feito. Está dissecando todo o fluxo de recursos da organização
criminosa: quais empresas alimentavam-na e quais ela alimentava. Ou seja, origens,
destinos, valores… A CPMI tem agora uma equipe grande de técnicos do Banco
Central, Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União,
Polícia Federal, Senado, que está analisando os dados. São técnicos fazendo uma
análise financeiro-contábil da circulação do dinheiro. Nós queremos ter um
diagnóstico rápido da organização e provas consistentes para levar a julgamento
célere as pessoas envolvidas – disse o vice-presidente da CPMI do Cachoeira,
Paulo Teixeira (SP), ao site Viomundo.
A presença de José Celso Gontijo na administração tucana de
São Paulo também foi identificada desde 2006, quando a empresa Call Tecnologia,
também conhecida como Call Contact Center, passou a administrar as chamadas
para os serviços dispostos pela prefeitura de SP, durante a gestão de José
Serra. À época, os pagamentos mensais para a empresa chegavam a R$ 1,2 milhão,
algo próximo dos R$ 30 milhões por dois anos de serviço. Na atual gestão do
prefeito Gilberto Kassab, o contrato foi prorrogado.
Em abril de 2009, a Call Tecnologia fechou outro contrato,
desta vez com o governo estadual de São Paulo, com Serra no Palácio dos
Bandeirantes, um ano antes dele se candidatar à Presidência da República, pelo
partido que recebeu os R$ 8,25 milhões da mulher de Gontijo. (Correio do Brasil)
O concurso internacional de fotografia Prix Pictets anunciou
os finalistas de sua quarta edição.
Entre os selecionados, que retrataram temas relacionados a
"poder", estão fotógrafos de todo o mundo, que elaboraram séries que
desafiam o espectador, tratando do poder da natureza, de potências
internacionais e até mesmo de disputas de poder em diferentes grupos sociais.
Segundo os organizadores do concurso, o "poder abrange
contradição e paradoxo na mesma medida". "As mesmas forças que
resultam em desastres e desespero podem gerar esperança e renovação".
O vencedor, que receberá um premio de 100 mil francos suíços
(cerca de R$ 207 mil), concedido pelo banco suíço Pictet & Cie, será
anunciado no dia 9 de outubro, na renomada Saatchi Gallery, em Londres, onde as
fotos dos finalistas serão expostas até 28 de outubro.
A seleção compila alguns dos trabalhos dos 12 fotógrafos
finalistas, provenientes de dez países, em quatro continentes: Argélia, Azerbaijão,
Bélgica, França, Holanda, África do Sul, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e
Vietnã.
O fotógrafo americano Robert Adams retratou cenas de
desmatamento no condado de Clatsop, no Estado do Oregon, em série batizada como
'Voltando no Tempo'. (Foto: Robert Adams/Prix Pictet)
Em sua série 'Vazamento', Daniel Beltrá focou em cenas do
derramamento de petróleo após o acidente com a plataforma Deepwater Horizon, no
Golfo do México. (Foto: Daniel Beltrá/Prix Pictet)
Acima, Beltrá mostrou a coluna de fumaça que sobe quando o
petróleo coletado do vazamento é incendiado. Um total de 411 destes incêndios
controlados para usados para eliminar as manchas mais visíveis na superfície do
Golfo do México (Foto: Daniel Beltrá/Prix Pictet)
Imagens da periferia de Paris, na França, foram o alvo da série
'Periférica', que também levou um dos prêmios. (Foto: Mohamed Bourouissa/Prix
Pictet)
A série 'O Irresistível poder da natureza', do fotógrafo
Philippe Chancel, retratou diferentes ângulos dos estragos causados pelo
tsunami que atingiu o Japão em 2011. (Foto: Philippe Chancel/Prix Pictet)
Acima, Chancel retrata o poder de destruição do tsunami nos
carros esmagados e abandonados na região de Fukushima. (Foto:Philippe
Chancel/Prix Pictet)
Em 'Guantanamo: Se a luz acabar', Edmund Clark visitou uma
das mais faces mais obscuras do poder dos Estados Unidos, a prisão instalada em
Cuba. (Foto: Edmund Clark/Prix Pictet)
Momentos antes da inundação' é a série de Carl de Keyzer
que foca em diferentes lugares do mundo que foram atingidos por enchentes, como
esta região da Irlanda. (Foto: Carl De Keyzer/Prix Pictet)
A série 'Corpo que trabalha', de Luc Delahaye, foi uma das vencedoras
do Prix Pictet. O fotógrafo visitou diversos países em busca de cenas
cotidianas, como esta em Porto Príncipe, capital do Haiti. (Foto: Luc
Delahaye/Prix Pictet)
Natureza Morta na Zona', de Rena Effendi, tem como alvo os
arredores da usina de Chernobyl, evacuados após o acidente nuclear. (Foto: Rena
Effendi/Prix Pictet)
Effendi fez as fotos das máscaras de gás abandonadas no chão
de uma escola na cidade de Prypiats, próxima de Chernobyl, onde ocorreu o
desastre nuclear em 1986. Toda a população de Prypiats teve que ser retirada
(Foto: Rena Effendi/Prix Pictet)
A vietnamita An-My Lê foi até Twentynine Palms, na
Califórnia, onde as Forças Armadas americanas mantêm campos de treinamento
simulando operações no Iraque e no Afeganistão (Foto: An-My Lê/Prix Pictet)
Um Galo, que procurava no terreiro, alimento para ele e suas
galinhas, acaba por encontrar uma pedra preciosa de grande beleza e valor. Mas,
depois de observá-la por um instante, comenta desolado:
Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele
decerto não iria se conter diante de tamanha alegria, e é quase certo que iria
te colocar em lugar digno de adoração. No entanto, eu te achei e de nada me
serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, ao invés
de todas as jóias do Mundo!
Moral da História: A necessidade de cada um é o que determina o real valor das
coisas.
Viver é ser outro. Nem sentir é possível se hoje se sente
como ontem se sentiu: sentir hoje o mesmo que ontem não é sentir - é lembrar
hoje o que se sentiu ontem, ser hoje o cadáver vivo do que ontem foi a vida
perdida.
Sempre gostei dessa música, gosto do humor de quem consegue tingir de cores felizes a passionalidade nossa de cada dia. Da genialidade de transformar o patético em poesia. Adriana Calcanhoto é muito feliz quando consegue essa alquimia. Eu diria que esse estado de espírito retratado vem de uma pessoa que podia estar roubando o tempo alheio, minando suas possibilidades, mentindo, ameaçando, enchendo o saco de meio mundo, se expondo ao ridículo, plantando o ódio e colhendo o desprezo, mas não, está aí trazendo para os nossos dias a beleza e a poesia de quem tem talento e autocrítica.
Mentiras
Nada ficou no lugar
Eu quero quebrar essas xícaras
Eu vou enganar o Diabo
Eu quero acordar sua família
Eu vou escrever no seu muro
E violentar o seu rosto
Eu quero roubar no seu jogo
Eu já arranhei os seus discos
Que é pra ver se você volta
Que é pra ver se você vem
Que é pra ver se você olha pra mim
Nada ficou no lugar
Eu quero entregar suas mentiras
Eu vou invadir sua alma
Queria falar sua língua
Eu vou publicar seus segredos
Eu vou mergulhar sua guia
Eu vou derramar nos seus planos
O resto da minha alegria
Que é pra ver se você volta
Que é pra ver se você vem
Que é pra ver se você olha pra mim
Bom final de semana a quem preserva a autocritica, o amor e o humor!
Em 13 de janeiro o ENEPA deu uma informação equivocada aqui:
Era a primeira, mas não a última sexta 13 do ano, tivemos uma em
janeiro, outra em Abril e agora sim, a última HOJE!!!
Desculpe a nossa falha! (se funciona até com os grandes meios de comunicação, há de funcionar também com essa atrapalhada blogueira!)
Sorte ou azar? Como já disse, até o que me acontece de ruim no
dia 13 considero sorte. Em abril tive um dia desagradável, mas que se revelou
o começo do fim de um período péssimo.
As opiniões se dividem nesse e sobre esse dia, vamos a sua origem:
13 – O Número Mágico
Mas, afinal, o que faz do 13 um número tão temido? Vamos
conhecer?
O número 13 sempre teve um significado especial, nas mais
diferentes civilizações. Mas, para compreender este número, temos que entender
antes o significado do número 12. Muitos mitos, deidades e heróis aparecem na
quantidade de 12 (12 profetas, 12 sábios, as 12 tribos de Israel, os 12 signos
do zodíaco, às 12 horas, 12 = uma dúzia).
O 12 encerra um
sistema completo, coeso e perfeito. O 12 passa a ideia de segurança, de algo
que está estruturado, perfeito e inviolável.
O 13, então,
significa a ruptura de tudo isso, a transformação (destruição). Após essa
mudança, é possível continuar a evolução. O 13, como transformação, passa a ideia
do desconhecido e, por isso, ele traz o “medo”.
O número 13 sempre
foi temido e evitado. Acreditava-se que até sua simples citação poderia trazer
má sorte. Por isso, nos contos de fadas das histórias infantis, o número 13
nunca era dito e era uma grande surpresa abrir a porta que sucedia a porta
número 12.
Ninguém sabia o que
esperar. Um dragão? O vilão? A bruxa má?
Abrir a porta, após o
número 12, significava destruir o que estava perfeito e estar fora de controle.
A superstição de
evitar 13 convidados à mesa veio da era cristã, pois transgrediu a perfeição do
número 12, eram 13 à mesa, quando Judas traiu Jesus. Daí mais ainda a aversão
ao número 13.
Mas, a ideia de não
juntar 13 à mesa é mais antiga e remonta à tradição de países nórdicos.
Diz a lenda que um
banquete para 12 Deuses, no Valhalla (o paraíso escandinavo), provocou a ira do
Deus do Fogo, Lóki, porque ele não tinha sido convidado. Enciumado, ele teria
armado uma cilada para o Deus do Sol, Baldur, favorito de Odin, o Deus dos
Deuses.
Tanto é que, em
alguns países, alguns hotéis e prédios não têm 13º andar, nem o número 13 em
assentos de teatro e plataformas de trem.
Existe até a fobia do
número 13, que recebe o nome de Triskaidekaphobia.
Exemplos de Pessoas Nascidas no dia 13
O cubano Fidel Castro, Stevie Wonder (cantor), Thomas
Jefferson (presidente dos Estados Unidos), Gary Gasparov (campeão xadrez),
L.Ron Hubbard (fundador da Cientologia) e Margaret Tatcher (Ex-primeira
ministra da Inglaterra) nasceram numa sexta-feira 13.
Conclusão
É importante explicar que o número 13 não indica o fim, mas
sim a Transformação e o Renascimento.
No judaísmo, 13 é a
idade da maturidade para os meninos. As pessoas nascidas em um dia 13 são
capazes de transformar radicalmente as suas vidas e o ambiente onde vivem.
Sexta-Feira 13
Este dia está associado à evolução de todo ser humano
individualmente, mas, para a sociedade, pode representar agitação excessiva.
Dia escolhido segundo a cultura popular, a Sexta-feira 13 é conhecida como “o
dia do azar” ou de “usar amuleto no bolso”. O 13 corresponde a letra hebraica
Mem, que representa o Renascimento e a Liberdade. Esta superstição também está
associada ao fatídico dia em que o rei da França, Filipe o Belo, ordenou
prender e matar todos os Templários (homens que se dedicavam a proteger os
peregrinos que se dirigiam à Terra Santa) sob a acusação de feitiçaria.
A superstição que
envolve a Sexta-feira 13 surgiu com os romanos. Não tinha nada de azarento,
mas, com o tempo, alguns fatos ocorridos nesta data, ano após ano, marcaram
este dia, transformando a Sexta-feira 13 em um momento onde as pessoas deveriam
tomar mais cuidado.
A sexta-feira, por
ser o dia de Frigga, a Deusa Bruxa do panteão nórdico, acabou associada à má
sorte, pelas culturas cristãs, por isso o termo vindo de uma crença europeia
que nas “Sextas-feiras 13 as bruxas estão soltas”.
O 13 assumiu um
significado negativo, na crença popular. Acabou por ter uma relação com o fim,
com a morte.
Segundo o folclorista
Luís Câmara Cascudo, no Dicionário do Folclore Brasileiro, o dia 13 é um número
fatídico, pressagiador de infelicidades.
A palavra superstição
primitivamente significava “vidente ou profeta”. As superstições surgem como
explicação para os fatos que desconhecemos.
Quem comemora o
aniversário em uma Sexta-feira 13 não deve ficar preocupado, pois o número 13
também simboliza o número dos Anjos e da Sorte.
Acredite, a
superstição e o azar estão ligados apenas à acomodação e a falta de fé, uma
maneira de encontrarmos culpados para os nossos insucessos ou fracassos, muitas
vezes resultantes da nossa própria falta de esforço e dedicação. Quando as
coisas não acontecem, culpamos o azar. Quando tudo dá certo, aí sim somos
“sortudos”.
Infelizmente, o ser
humano socializa apenas os seus fracassos. Devemos lembrar que a superstição
está ligada à falta de conhecimento, mas quando nos tornamos mais conscientes,
nossa forma-pensamento se fortalece.(vidaespiritualidade).
Tenha uma feliz sexta feira 13!
1 - Qualquer mês que começar em um domingo terá uma
sexta-feira 13. E existe pelo menos uma por ano.
2 - Na sexta-feira, 13 de dezembro de 1968 o governo militar
do Brasil decretou o AI-5, que mergulhou o país em seu pior momento na
ditadura.
3 - O pior incêndio de florestas na história da Austrália
ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939 onde aproximadamente 20 mil quilômetros
de terra foram queimados e morreram 71 pessoas.
4 - A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi
nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972. Os acontecimentos neste acidente
deram origem ao filme “Vivos”! de 1993 com direção de Frank Marshall (Resgate
Abaixo de Zero).
5 - Sem falar da série de sucessos no cinema cujo nome é
exatamente Sexta-Feira 13. Em todos os filmes (menos no primeiro) um serial
killer, nascido em uma sexta-feira 13, mata pessoas que se arriscam a se hospedar
em Crystal Lake. A série terá mais um filme com estreia marcada para 13 de
fevereiro de 2009, claro que é uma sexta.
6 - A fobia ao número 13 tem o nome de triskaidekaphofia e
que a o medo específico da sexta-feira 13 é chamado de parascavedecatriafobia
ou frigatriscaidecafobia?
7 - Sabia que segundo o Instituto da Fobia de Ashville, na
Carolina do norte (EUA), se estima que 17 a 21 milhões de americanos ficam em
casa quando é sexta-feira 13, devido ao medo de lhe poder acontecer alguma
coisa?
8 - E que, segundo um recente estudo da maior seguradora
britânica, existem mais registos de acidentes nas sextas-feiras 13? … com um
acréscimo de 13%?!!!
9 - Sabia que no Japão e alguns países da Ásia, o número 13
não existe nos prédios?
10 - E que o cantor Roberto Carlos sendo um homem muito
supersticioso, simplesmente tira folga, não só nas sextas-feiras treze, mas
também em todos os dias 13 do ano, para evitar maus agouros?
11 - Que no judaísmo o número 13 não indica o fim, mas sim a
transformação, o renascimento?
12 - E que nos Estados Unidos o número 13 é estimado porque
eram 13 os estados que inicialmente constituíam a Federação norte americana?
13 - E que para os místicos este dia está associado à
evolução do ser, sendo um dos dias mais poderosos, pois o número 13 somado é
igual a 4, e este representa os quatro elementos: água, terra, fogo e ar?
14 Sabia, ainda, que
apesar das pesadas críticas ao filme “Friday the 13th”, já que muitas pessoas
lhe imputam a culpa de ser responsável por muitas mortes que ocorrem por
torturas, consumo de drogas e sexo, o filme continua a ser um sucesso entre os
jovens da atualidade? (tediado).
"Os otimistas se baseiam na soma dos números que compõe
o 13 (1 + 3 = 4), que simbolizam prosperidade e sorte. No México, o número é
adotado como algo santo, é o caso das 13 cabras sagradas, e no Hinduísmo, 13 é
um número religioso, vide as 13 estátuas de Buda presentes em seus
templos". (vila mulher)
Beleza sobre o tema...
Festa tradicional de sexta 13 em Montalegre - Portugal
Não podemos esquecer a maldição dos hackers, hoje é um dia que se deve tomar muito cuidado com virus. Tempos modernos! rss
Quando uma situação se torna maior e pior do que pode tolerar a realidade, é hora de tomar as providências possíveis, buscar de volta a minha essência e abstrair...
CAIS Nana Caymmi e Milton Nascimento
Para quem quer se soltar invento o cais Invento mais que a solidão me dá Invento lua nova a clarear Invento o amor e sei a dor de me lançar Eu queria ser feliz Invento o mar Invento em mim o sonhador Para quem quer me seguir eu quero mais Tenho o caminho do que sempre quis E um saveiro pronto pra partir Invento o cais E sei a vez de me lançar
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985.
Pizza é uma preparação culinária de origem italiana e famosa no mundo inteiro,
que consiste em um disco de massa, regado com molho de tomates e coberto com
ingredientes variados, como queijo, carnes, ervas, e até pizzas doces.
Origem do Dia da Pizza
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, quando a data
foi instituída pelo então secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de
Carvalho. Foi feito um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas
de mozzarella e Marguerite, empolgado com o sucesso do evento, o secretário
escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de
comemoração.
O assunto pode parecer irrelevante, eu sei, mas não quando
falamos do consumo delas em São Paulo.
Cada vez maior e mais profissional, o setor das pizzarias
movimenta R$ 18 Bilhões por ano em todo o País.
Uma mordida em um saboroso pedaço de pizza contribui, sem
que o consumidor perceba, para impulsionar uma bilionária cadeia de produção de
alimentos do País. Da farinha de trigo aos motoboys que as entregam em milhões
de residências, as redondas movimentam uma indústria de cerca de R$ 18 bilhões
por ano – mais do que o PIB da Nicarágua – e garantem milhares de empregos
diretos em todo o Brasil. Trata-se de um mercado em expansão e bastante
pulverizado. Somente em São Paulo, por exemplo, existem nada menos que seis mil
pizzarias. Outros seis mil estabelecimentos, como padarias e lanchonetes,
também produzem e vendem pizzas. A cadeia de produção da tradicional iguaria
italiana emprega na cidade de São Paulo cerca de 100 mil pessoas, além de 12
mil pizzaiolos e 60 mil entregadores motorizados. Tudo para atender um consumo
que chega a um milhão de pizzas por dia, segundo a Associação das Pizzarias
Unidas – um número que corresponde a 10% de toda a população do município.
O impacto desse consumo, literalmente, de massa é sentido em
várias regiões, no Brasil e no Exterior. O processo de produção da cadeia da
pizza começa na área rural do País, nas plantações de tomates e produtoras de
queijos, e nos campos de países como a Itália – de onde importamos alguns tipos
de tomates – e a Argentina, de onde vem boa parte do trigo, principal matéria
prima do setor. Nessa etapa, há números que movem os moinhos. Somente na Grande
São Paulo são consumidas nove mil toneladas de farinha de trigo por mês. Por
isso, os principais moinhos brasileiros decidiram lançar produtos específicos
para os pizzaiolos. O São Jorge, por exemplo, lançou em julho a Farinha do
Pizzaiolo, durante a Fispizza, a feira do setor que foi realizado no Anhembi,
em São Paulo. “Trata-se de um produto com receita exclusiva, feito a partir de
trigo selecionado e importado”, diz Tathiana Cristina, gerente de marketing da
empresa. “O balanceamento dos ingredientes confere à massa maior elasticidade,
produzindo uma pizza leve e crocante.” A Farinha do Pizzaiolo é vendida em
embalagens de cinco quilos para facilitar o manuseio. “O mercado de pizzarias
no Brasil tem crescimento acima de 5% em vendas”, diz ela.
Em paralelo com o crescimento, a principal tendência do
setor é a profissionalização de toda a cadeia de produção, puxada por
consumidores mais conscientes e exigentes. Isso explica o alto consumo de
queijo tipo catupiry, produzido pelos Laticínios Catupiry desde 1911. Empregado
hoje em abundância nas receitas de pizza, o produto chegou ao País pelas mãos
do italiano Mário Silvestrini e acabou ganhando concorrência de produtos
similares que indevidamente usavam sua marca como um nome genérico. Hoje, a
procura pela marca original está em alta. “O pessoal que trabalha com
ingredientes de qualidade e no mercado formal está ganhando espaço”, diz.
Francisco Protta, gerente comercial dos Laticínios Catupiry,
que prevê crescimento de até 10% no mercado em 2008. “É um dos ramos mais
prósperos do segmento de Alimentação.” Todos os meses são consumidas no Estado
de São Paulo 390 toneladas de catupiry por mês e no Estado do Rio de Janeiro,
240 toneladas por mês, informa a empresa. Ela acredita tanto no mercado de
pizzas que desenvolveu e adotou uma embalagem de catupiry específica para
pizzaiolos. É a Pratique, um cone de plástico que facilita a aplicação do
produto nas pizzas.
Por conta da demanda crescente, já há até quem dê cursos
para empreendedores e pizzaiolos dispostos a trabalhar no setor. Ronaldo Ayres,
o “Senhor Pizza”, inaugurou em julho o Centro Tecnológico de Desenvolvimento de
Pizzas e Massa, localizado no bairro da Casa Verde, em São Paulo, com o
objetivo de formar mão-de-obra especializada. “Tem muita gente querendo abrir
uma pizzaria no País, mas não sabe como fazer isso”, diz Ayres, que declara ter
420 pessoas inscritas para os primeiros cursos. “O ramo exige ambiente de bom
gosto, qualidade no atendimento e no produto. Não é fácil.” Ayres confirma que
a indústria ganhou sofisticação nos últimos anos, já que os fornecedores
passaram a desenvolver produtos exclusivos. “Isto exige o emprego de tecnologia
na hora de fazer a pizza”, diz Ayres. “Hoje usamos até gelo para adequar a
temperatura de uma massa na batedeira.”
Dentro da cadeia de produção, ganha prestígio a figura do
pizzaiolo, o chef responsável pelo preparo das pizzas. Um bom pizzaiolo tem
emprego garantido e pode ganhar entre R$ 2 mil e R$ 3 mil por mês. O piauiense Luís
Lopes de Macedo, 43 anos, pizzaiolo da Braz Pizzaria, de São Paulo, confirma o
aquecimento do setor. “Nunca fiquei desempregado”, conta ele, que chega a
preparar até 300 pizzas por noite. Vinícius Casella Abramides, diretor da rede Braz,
formada por seis unidades, afirma que recebe entre 60 mil a 65 mil pessoas por
mês – o que equivale a um estádio do Morumbi lotado. Segundo Abramides, a rede
espera crescer 20% este ano em número de clientes. “Pizzaria é um negócio das
áreas de alimentação e de entretenimento”, diz ele. “Por isso, o sucesso do produto.”
Uma das partes mais visíveis do mercado é a que anda sobre
duas rodas: são os entregadores motorizados. Uma legião de 60 mil deles sai às
ruas todas as noites em São Paulo, numa atividade em geral informal, mas que
gera renda para milhares de famílias e abre as portas do mercado de trabalho
para os jovens.
O paulista Robson Wilson Pazinato, 24 anos, trabalha como
entregador há quatro anos na Didio. Ao lado de outros 12 colegas, chega a
entregar até 270 pizzas em uma noite. “Este não é um trabalho fácil porque o
maior movimento está nos fins de semana”, diz Pazinato, que em uma noite chega
a ganhar até R$ 50 reais em gorjetas. O motoboy é um personagem tão crucial na
indústria da pizza que vendedores de motocicletas estiveram entre os expositores
da Fispizza, evento criado para fomentar negócios do setor. “A cidade só perde
em consumo de pizzas para Nova ¥ork”, garante o empresário Caio de Alcântara
Machado Júnior, presidente da AM3, empresa organizadora da feira. E quanto à
qualidade? “Ah, em qualidade não. Aí estamos na frente”. (Isto é dinheiro)
Os excentricos que me desculpem, mas a boa pizza é a tradicional, salgada, fumegante, cheirando a ervas, queijo derretendo, não me venham com pizza de brigadeiro, carne seca, caviar, frutas... argh!
Há 15 anos, moradores do Estado de São Paulo convivem com
feriado no dia 9 de julho. No entanto, é comum observar pessoas se perguntando
o significado da data. Apesar de sua importância, a Revolução
Constitucionalista é pouco analisada até mesmo pelos livros didáticos. O
movimento armado, ocorrido entre julho e outubro de 1932, pedia o fim do
governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova Constituição,
para restabelecer a autonomia dos Estados.
Na visão do coordenador de pós-graduação do curso de
História da Fundação Santo André, José Amilton de Souza, o ato de se decretar
um feriado tem a ver com tradição. E é preciso de tempo para que a importância
de um fato histórico seja devidamente compreendida.
Além de ser relativamente nova, a paralisação dos serviços
em 9 de julho foi uma determinação do governo, e não ocorreu pela pressão
popular, explica. "Demorou 65 anos para que o dia passasse a ser feriado e
a população pouco participou deste processo", diz.
Além de a política sempre ter sido distante das massas, este
movimento social foi um dos que nasceu de "cima para baixo", explica
Souza, ou seja, não foi encabeçado pela população mais pobre. Com isso, nem
sempre há compreensão das pessoas sobre o tema. "Até mesmo em sala de aula
estudamos outros movimentos com mais intensidade, como a Guerra de Canudos, que
aconteceu na Bahia", lembra.
História
Após Getúlio Vargas ocupar a presidência da República devido
a golpe de Estado, em 1930, houve inconformismo por parte dos representantes da
política do café-com-leite, como era conhecida a alternância de poder entre as
elites de Minas Gerais e São Paulo. Com isso, a classe dominante paulista
passou a exigir maior participação no governo federal. Em resposta, o então
presidente nomeou um interventor não paulista para governar o Estado, o que
gerou o conflito.
Uma das questões marcantes desta data foi a morte de quatro
estudantes que representavam a participação da juventude: Martins, Miragaia,
Dráuzio e Camargo, o famoso MMDC. Estima-se que cerca de 135 mil pessoas
aderiram à luta, que durou três meses e deixou quase 900 soldados mortos no
lado paulista. Já estimativas não oficiais reportam até 2.200 mortos.
Depois da revolução, São Paulo voltou a ser governada por
paulistas, e, dois anos depois, uma outra constituição foi promulgada. (DGABC)
Em São Paulo, dia com cara de Sampa, 12ºC, garoa fina, cidade vazia... Adooooooro!
Tradicional Prova de Ciclismo Internacional - 9 de julho