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domingo, junho 16

* Quem tem saudade dos anos de chumbo?


 
Salve  a preparadíssima Polícia Militar de São Paulo e a sua pretensa disposição para evitar conflitos!!! Detalhe das expressões de horror das pessoas atrás dos vidros.

e TEM MAIS!!!!









Imagem 198/510: 13.jun.2013 - Um policial quebra, a pancadas, o vidro da própria viatura, parada na rua da Consolação, centro de São Paulo, durante o protesto desta quinta-feira (13) contra o aumento do transporte público (uol)

 


Maria Bernardete de Carvalho não estava participando da manifestação, tentava passsar numa rua próxima, longe do tumulto, quando uma viatura se aproximou, um policial mirou e atirou! Ela, que viveu a didatura militar, faz comparações.

Nota da blogueira insana: Sei lá por que, ou sei, me lembrei do atentado de "esquerda" do Rio Centro em 1981...






quinta-feira, maio 23

*Eleições 2014!.... Enquanto isso....





Alckmin oferece cargo em troca de apoio à sua reeleição


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nomeou Gilberto Nascimento Silva Junior, filho do presidente estadual do PSC, Gilberto Nascimento, para uma vaga no gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano. Ele assumirá o cargo de secretário-adjunto da pasta nas próximas semanas. O PSC é o partido do deputado Marco Feliciano, que preside da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
Alckmin decidiu contemplar o PSC com uma vaga em seu governo com o objetivo de receber o apoio do partido a sua candidatura à reeleição, em 2014. Caso a aliança se concretize, o PSC agregará 27 segundos a cada programa de TV do atual governador na propaganda eleitoral gratuita. Sozinho, o PSDB já tem direito a 2min26s em cada bloco. Em 2010, o PSC apoiou a candidatura de Alckmin, e, nas eleições municipais de 2012, aliou-se a Gabriel Chalita (PMDB)
As negociações para a entrada da sigla do governo foram conduzidas nos últimos meses por integrantes do alto escalão do Palácio dos Bandeirantes. O futuro secretário-adjunto é presidente nacional do PSC Jovem há um ano. Em 2012, ele se candidatou a vereador em São Paulo, obteve 17.467 votos e não se elegeu, mas é o primeiro suplente de sua coligação. Apesar de não ter um orçamento significativo, a  Secretaria de Desenvolvimento, criada por Alckmin em 2011, elabora e coordena programas executados por outras secretarias, sendo considerada estratégica para divulgar as atividades do governo no interior paulista.(Estadão) 

Enquanto isso, o nosso digníssimo governador não tem tempo de se lembrar a que veio, as obrigações do cargo para o qual foi eleito... Fazer um governo satisfatório é menos importante do que se preocupar com a reeleição!

Bom dia São Paulo!

sábado, maio 18

* São Paulo, definitivamente, refém de bandidos



Roubo e furto de veículos crescem em SP e recuperação fica estagnada

Índice de roubos na capital registrou aumento de 23% em março, diz SSP.
Rapidez no desmanche dificulta ação, afirmam investigadores.

(G1)



Nem vou me estender sobre o assunto, em terra sem Segurança Pública, onde se tem um governador omisso, mais preocupado com participação partidária do que com o cargo para o qual foi eleito, dá nisso!
Aliás, ainda temos governador em São Paulo?





 

segunda-feira, abril 29

* Paulo Vanzolini, um homem de moral...


 







Ronda 
Paulo Vanzolini
De noite eu rondo a cidade
 A te procurar sem encontrar
 No meio de olhares espio em todos os bares
 Você não está
 Volto pra casa abatida
 Desencantada da vida
 O sonho alegria me dá
 Nele você está
 Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
 Esse alguém me diria
 Desiste, esta busca é inútil
 Eu não desistia
 Porém, com perfeita paciência
 Volto a te buscar
 Hei de encontrar
 Bebendo com outras mulheres
 Rolando um dadinho
 Jogando bilhar
 E neste dia então
 Vai dar na primeira edição
 Cena de sangue num bar
 Da avenida São João
 
 
Essa musica não fez parte das minhas referências na adolescência, nessa época, já era uma música antiga, mas me fez chorar em Guarapari, de saudade de São Paulo, durante um almoço, frente  a uma peixada, num período de exílio voluntário. Tem a cara de São Paulo, é de um compositor paulistano, Paulo Vanzolini, apaixonado por Sampa, que morreu nessa madrugada aos 89 anos. Um homem de moral, mostra a pluralidade e as contradições paulistanas, onde o boêmio pode muito bem conviver dentro de um cientista de talento raro.
Fica aqui a homenagem.
 
paulo_vanzolini"Na década de 1940, Paulo Vanzolini dedicou-se à boemia, começou a compor, formou-se médico e iniciou sua internacionalmente bem-sucedida carreira de zoólogo.
É irresistível especular que há mais complementaridade do que mera coincidência nessa superposição de atividades com aparências tão diferentes.
O cientista que conhecia todas as minúcias de répteis e anfíbios também era o autor de sambas que iam direto ao ponto, fazendo ricas apresentações de personagens e histórias sem se perder em versos demais, salvo exceções extensas como a primorosa “Capoeira de Arnaldo”.
“Vida comprida e vazia/ Dias e noites iguais./ Morte é paz” (“Morte É Paz”); “Quando eu for, eu vou sem pena/Pena vai ter quem ficar” (“Quando Eu For, Vou sem Pena”); “Só pretendo/ Que de tanto mentir,/ Repetir que me ama,/ Você mesma acabe crendo” (“Mente”).
Além dessas músicas amargas, com o travo das noites paulistanas que ele frequentou e interpretou tão bem, há as divertidas, temperadas com o humor dos boêmios mais inteligentes.
“Mulher que não dá samba eu não quero mais” (“Mulher que Não Dá Samba”); “Orgulho eu não tenho/ Mas sou homem demais pra cinquenta por cento” (“Maria que ninguém queria”); “Pondo a modéstia de parte,/ É Napoleão Bonaparte e eu/ Que sabemos de verdade/ O quanto dói uma saudade” (“Napoleão”).
Em 2003, foi lançada a caixa de quatro CDs “Acerto de Contas”, com 52 músicas de Vanzolini regravadas por Chico Buarque, Paulinho da Viola, Miúcha, Elton Medeiros, Martinho da Vila e muito mais gente.
Era a prova irrefutável, caso alguém ainda tivesse dúvida, de que sua obra ia muito além de “Ronda” e “Volta por Cima”, seus dois grandes sucessos – tão grandes que incomodavam a sua discrição, sobretudo o primeiro, pois não morria de amores pelo samba-canção terminado num bar da avenida São João.
Paulo Vanzolini não se reduz a classificações fáceis. Não é apenas um cronista de São Paulo, embora seja um dos melhores, com mais nuances do que seu amigo Adoniran Barbosa.
Não é só da fossa, da bossa, das moças. Mexeu em temas e linguagens variadas com seu bisturi preciso. O jeito econômico, refletido numa discografia de quatro títulos (apenas um com sua voz), é coerente com o que compôs.
Ouvi-lo é sempre comover-se e, ao mesmo tempo, levantar e sacudir a poeira."
(Luiz Fernando Vianna é jornalista, autor de “Aldir Blanc – Resposta ao Tempo” (Casa da Palavra).Folha)

quinta-feira, fevereiro 21

* Corinthianos mais uma vez mostram quem são!




Torcedores do Corinthians durante o jogo contra o San José, em Oruro Foto: Juan Karita / AP




Saem da Bolívia sob escolta, "chocados" e sem dormir!!

Chocados, sem aspas,  estamos nós, os brasileiros, com a selvageria do Corinthians que lá fora repercute muito mal para todo esse país de paz, de alegria!!! Um exemplo de NÃO SER dentro do futebol mundial! Que as autoridades brasileiras tomem mais cuidado com quem sai daqui representando esse país, ainda que que seja só no esporte, principalmente dentro das torcidas organizadas! Até quando as torcidas organizadas vão abrigar esses marginais, gente sem a menor condição de interagir socialmente?

LAMENTÁVEL, LAMENTÁVEL!

 

sexta-feira, janeiro 25

* Te amo SAMPA!..Esse mundo inteiro de uma só cidade..!

 
 
 
 
 
Na Paulista os faróis já vão abrir...
 E um milhão de estrelas
 prontas pra invadir, os jardins
 onde a gente aqueceu uma paixão...
 Manhãs frias de abril. 
Se a avenida exilou seus casarões,
 quem reconstruiria nossas ilusões?
 Me lembrei de contar prá você, nessa canção,
 que o amor conseguiu... 
Você sabe quantas noites eu te procurei,
 nessas ruas onde andei?
 Conta onde passeia hoje esse seu olhar...
 Quantas fronteiras ele já cruzou,
no mundo inteiro de uma só cidade? 
Se os seus sonhos imigraram sem deixar
 nem pedra sobre pedra prá poder lembrar...
 Dou razão, é difícil hospedar no coração
 sentimentos assim.
Leila Pinheiro - Paulista
 
Parabéns jovem velha nobre senhora!

terça-feira, janeiro 22

* O primeiro dia de internação compulsoria de viciados de crack em SP.




 
Era cerca de 8h desta segunda-feira (21) quando o vendedor aposentado Reinaldo, de 62 anos, chegou à casa da filha para o café da manhã. Ana Paula, de 33 anos, havia chamado o pai, que é morador de rua e usuário de crack há mais de dois anos, para ir a sua casa porque desejava lhe levar ao médico.
Reinaldo dizia sentir dores no corpo, problema de audição, não comia bem, sumia por meses sem deixar pistas.
Preocupada com a situação alarmante do pai e com diversos furtos que ele fez em sua casa e na dos irmãos, planejou uma "armadilha": o café seria a isca para dopá-lo e levá-lo à força até a sede do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod), no Centro de São Paulo, onde o governo estadual iniciaria um programa de internação compulsória de dependentes químicos.
Antes do café, Reinaldo queria tomar caldo de cana. E foi onde Ana Paula colocou dois comprimidos de um forte calmante. A caminho do Cratod, ele dormiu no banco de trás do carro, deixando cair um cachimbo que levava no bolso, para a surpresa da família.
Quando vi a notícia sobre o programa de internação, conversei com minha família e tomei a iniciativa. Se eu não trouxesse ele à força, ele não ia querer e ia morrer na rua"
Reinaldo foi o primeiro paciente a ser internado na Cratod nesta segunda-feira, quando teve início o programa de internação compulsória em que, após avaliação clínica feita por médicos e psiquiatras, uma equipe jurídica formada por um promotor, um defensor público, um integrante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e um juiz analisam os casos em que há necessidade de internação à força.
Ana Paula chegou à clínica por volta das 13h e, quatro horas depois, os médicos decidiram que seu pai tem que fazer tratamento. Mas, como o plantão jurídico já tinha acabado (o atendimento é das 9h às 13h), ela terá que voltar nesta terça-feira (22) para conversar com o juiz que vai atuar no caso.
 “Quando vi a notícia do programa de internação sem a vontade da pessoa que o governo estava criando, resolvi que era hora de fazer alguma coisa. Somos uma família de quatro irmãos, conversamos e, como todos estavam de acordo, eu tomei a iniciativa. Se eu não trouxesse ele à força para cá para ser internado, ele ia morrer na rua”, conta Ana Paula, que é autônoma e possui um comércio de roupas no Jardim da Laranjeira, na Zona Leste de São Paulo.
Após decidir que era hora de fazer algo, a filha foi localizar o pai nas ruas e o convencer a ir à sua casa na data marcada.
“Meu pai é morador de rua. Desde que começou a usar crack, some de casa, passa dias vagando pela região do Aricanduva, mendigando, comendo mal, sem se cuidar. Ele diz que não consegue parar quieto nunca, que ouve barulhos, que tem que ficar vagando", explica a autônoma.
"Não sabemos mais como lidar com isso porque outras vezes que tentamos tratamento em hospitais, ele saía, fugia. Precisamos de um lugar onde haja segurança, que ele possa ficar sem riscos de fugir ou acontecer algo”, diz Ana Paula, que foi ao centro de tratamento acompanhada da mãe, Telma.
Com quatro filhos e oito netos, Reinaldo chegou a roubar os próprios filhos para ter dinheiro para comprar crack, diz a filha. “Dávamos dinheiro para ele, mas mesmo assim sumiu dinheiro de casa, ele pegava roupas e mercadorias minhas para vender e sustentar o vício. Ele roubou a própria família. E é meu pai, eu me preocupo. Se ele está na rua, não sei onde está, se está bem, se está vivo. Eu não consigo dormir à noite por não saber como está meu pai”, afirma Ana Paula.
“Se fosse pela vontade dele, ele não viria. Ele diz que prefere viver e morrer assim, nas ruas”, relembra a filha. Segundo a família, o ex-vendedor começou a usar outros tipos de drogas há mais de 10 anos, mas quando se separou da mulher e conheceu o crack nas ruas, as coisas começaram a piorar.
“Nossa separação foi porque ele já usava drogas e foi consumindo nossa família. Ele foi se perdendo de tudo, se desligando de tudo. Nem os netos o faziam animar mais. Desde que entrou no crack, perdeu a consciência da situação, não responde mais por ele”, diz a ex-mulher Telma.
A família deixou o Cratod por volta das 16h, após Reinaldo acordar, almoçar e conversar com os médicos. Uma psiquiatra apontou que ele precisa de tratamento contra o crack e Ana Paula foi informada que deve voltar nesta terça-feira para que um magistrado analise o caso.
“Nos falaram que não há vagas para este tipo de internação, contra a vontade, e que um juiz deve apontar qual instituição deve receber o meu pai”, afirmou ela. “Ele vai passar esta noite aqui, medicado, para ficar calmo, até que decidam o que vai ser feito”, diz desapontada a filha, que esperava um destino para o pai ainda nesta segunda-feira.
“Não sabia do horário de funcionamento. Amanhã estaremos de volta”, diz.
Como trabalharemos aqui juntos, espero que as decisões sobre internação compulsória saiam em um dia. Ministério Público, OAB e defensoria poderão se manifestar após um médico fazer a avaliação clínica"
Decisão sobre internação em um dia
Segundo o juiz Samuel Karasin, que irá decidir sobre a compulsoriedade do tratamento de dependentes de crack no Cratod, cada caso será analisado separadamente após o usuário ser ouvido e os médicos atestarem que realmente é preciso uma internação, pois há risco de vida para o dependente.
Quando a internação é involuntária (a pedido da família e com recomendação médica), o juiz nem sempre é chamado a participar. O magistrado interfere, em especial, quando há menores de idade envolvidos ou há necessidade de uma vaga com urgência que não é disponibilizada no serviço público.
“Ainda não vi o caso do senhor que veio dopado pela família, mas os médicos irão apontar o seu diagnóstico e todas as partes, Ministério Público, OAB, terão a oportunidade de se manifestar. Se é um processo de interdição, de forma compulsória, um processo é aberto. Mas aqui, como estaremos todos trabalhando juntos, espero que as decisões sejam rápidas e tudo não demore mais que um dia”, diz o magistrado.
O plantão judiciário para internações compulsórias no Cratod tem período preliminar de atuação de seis meses, diz o juiz.
“Acho que a maioria dos casos analisados será de internação involuntária, as internações compulsórias são exceções, quando realmente será necessário tomarmos uma atitude e a família não for localizada. O juiz aqui terá um papel maior para garantir uma vaga para quem quiser se internar. E se não houver vaga no sistema público, eu penso que o Estado terá a obrigação de arcar com os custos de uma internação em clínicas privadas”, disse o juiz Iassim Issa, da Vara da Infância e da Juventude.
Pais à procura de esperança
O primeiro dia de atendimento na Cratod com plantão judiciário foi marcado pelo choro de mães e pais desesperados à procura de esperança para o futuro de seus filhos dependentes de crack.
Um casal de Itaim Paulista, na Zona Leste da capital, foi o primeiro a chegar. Trouxe a filha de 16 anos, usuária de crack, cocaína e álcool, para ser internada. Nas costas da menina, uma mochila escolar com roupas dentro. Os pais queriam que ela saísse direto do Cratod para a clínica ainda nesta segunda-feira.
“Eu recebi o casal logo que as portas se abriram. Eles estavam desesperados. Me disseram: ‘doutor, por favor, faz algo pela minha filha’. A jovem estava resistente à internação, mas conversando com os médicos acabou aceitando. Ela entendeu que precisa de tratamento”, diz o desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo.
“Nós estamos na expectativa que o tratamento dê certo, pois já tentamos de tudo. Minha filha some, acho até que ela está fazendo programas sexuais para ter dinheiro para comprar a droga. Eu é que não dou dinheiro para isso, não”, diz o pai da adolescente, um porteiro que pediu para não ser identificado. “Ela precisa ficar pelo menos um ano trancafiada, presa, sem poder sair para rua para poder ficar limpa das drogas”, acrescenta o pai. “Aos poucos ela está entendendo que precisa se tratar”.

Internações e agressões

O segundo a chegar no Cratod em busca de uma internação involuntária para o filho de 35 anos foi o mecânico Arlindo (ele preferiu não divulgar o sobrenome), de 52 anos, que teve que faltar ao trabalho em busca de ajuda.
No domingo, ele e o filho entraram em luta corporal após uma nova crise do jovem, que queria dinheiro para comprar crack. O irmão mais velho deu R$ 20 para que o caçula fosse “para a rua” se acalmar.
“Achei uma arma de brinquedo em casa, que ele usa para cometer assaltos e ter dinheiro para o crack. Eu não queria devolver e escondi. Aí ele começou a me agredir, porque queria de volta. Chamei a PM e não sabia o que fazer, mas os policiais falaram que não podiam fazer nada”, conta Arlindo, mostrando as marcas das agressões.
"Pai, nos amamos, mas não vai ser você que vai impedir eu de comprar crack ou evitar de eu ir para a cadeia ou até de morrer" (Homem de 35 anos em SMS para o pai)
“Estou aqui para falar com um juiz, um advogado, para ver se posso internar contra a vontade o meu filho. Ele já passou por 12 internações, sempre disse que ia porque queria, mas ficava poucas semanas e fugia. Eu tinha R$ 90 mil na conta que gastei pagando estes tratamentos que não deram em nada. Ele vendeu um carro, me roubou, para ter dinheiro para o crack. Isso nunca tem fim. Sempre que ele vai para a clínica, foge e volta a usar”, relembra o mecânico, que é separado e mora na Zona Norte de São Paulo.
Arlindo mostrou à reportagem do G1 mensagens de texto de celular que o filho havia lhe escrito, pedindo a arma de brinquedo de volta. Em um dos textos, o filho dizia: “Pai, me entregue o brinquedo, que não é meu e quem me emprestou sabe onde eu moro. Devolva logo para evitar outra daquelas brigas de lutinha. Nos amamos, mas não vai ser você que vai impedir eu de comprar crack de novo, ou evitar eu de ir para cadeia ou até de morrer”, mostrou o pai, desesperado.
Um juiz iria analisar o caso de Arlindo e avaliar a possibilidade de uma ambulância com um médico ir à casa do mecânico para saber o quadro clínico do jovem. “Eu sei que ele não vai deixar ninguém tocar nele e nem quer ser internado. Eu não sei mais o que fazer”, desabafou. Arlindo deixou o Cratod às 16h e, como não sabia aonde estava seu filho, não foi possível tentar uma internação à força na segunda-feira.(Tahiane Stochero- G1, em São Paulo)
  
  

Muito bem governador Alckmin, resolveu pelo menos divulgar algum projeto de tratamento de quimiodependentes, um ano depois da desastrosa e desastrada operação "Espalha Crackeiro".

Esse artigo narra três casos de famílias em desespero que procuraram o serviço que dizem estar sendo oferecido, logo no primeiro dia, e já esbarram na dura realidade! Apenas notícia de jornal..., volta amanhã, vamos avaliar, as vagas precisam ser criadas! E quando serão, se forem?

Sabe, governador, até os mais ferrenhos defensores de suas boas intenções duvidam!

segunda-feira, janeiro 14

* Será que vai chover?

 
Mó falta de assunto! E de tempo!
 
A piada da semana é a "Manifestação MONSTRO organizada pelo Face, de repudio ao LULA e ao PT em terras paulistânicas...."
 
 
Av. Paulista, domingo, 13 de Janeiro, logo umas vinte pessoas!
Avó, pai, mãe, filhinhos e alguns amigos alienados contactados às pressas!
 

segunda-feira, janeiro 7

*Arrastão no Rodoanel, 5 janeiro, sábado, 12h30 - SP.




Ao menos seis carros foram vítimas de um arrastão na tarde de ontem no km 83 do Rodoanel, na região de Santo André (na Grande São Paulo). De acordo com a polícia, as vítimas foram obrigadas a deitar na estrada para impedir a passagem de outros veículos.
O crime aconteceu por volta das 12h30. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, cerca de dez criminosos participaram da ação e jogaram pedras e pedações de madeira para impedir a passagem dos motoristas pelo local. Com isso, as vítimas foram abordadas e tiveram dinheiro, documentos, GPS e outros bens levados.
Após o crime, as vítimas foram até o batalhão da Polícia Rodoviária Estadual e foram encaminhadas ao 4º DP de Santo André, onde o caso foi registrado. Ao menos um adolescente foi apreendido sob suspeita de envolvimento no crime. A polícia não informou se os objetos roubados foram recuperados. (Folha/Uol)

São Paulo tem segurança pública?

Tem pedágio, serve?

domingo, dezembro 30

* Churrasco paulistano




Carnes embaladas a vácuo, picanha, contra filé, coraçãozinho de galinha, linguiça , costela e bisteca de porco, muito pão de alho, farofa, muita cerveja, caipirinha, salada, arroz... E o churrasco acaba quando começa a chuva...rss


Sobrinha aspirante a fotógrafa documentando os micos, eternizando a cara suada de avental ridículo, outra ensinando o novo passo de dança, amigo já meio bêbado....

Amanhã, se o tempo melhorar, vou pro sitio do Fran!

É quando amargando os quilos a mais que se vai ganhar, comemora-se o fato de não ter viajado, não ter que se odiar na fila do restaurante, morrendo de fome, nem do supermercado para garantir uma caixinha de cerveja ou uma coca zero...rss

Saideira de um ano intenso, que acabe logo!

Obrigada, meu Deus! Deus é pai!

ahahahahahahahahahah


 

E OLHA A CHUVAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!


 

quinta-feira, dezembro 27

* O inferno é aqui!





 
Detalhe: Não temos praia, não andamos sem camisa, de sandálias havaianas, somos paulistanos!



 

sábado, dezembro 22

* Em São Paulo? Está tudo sob controle!...

DE QUEM?
 
Não poderia ignorar a corrupção na Polícia Militar de São Paulo, a fragilidade no seu comando, mas essa matéria do G1 me deixou indignada com a situação que vive essa categoria de profissionais, que abriga na maioria homens e mulheres responsáveis, apaixonados pela carreira que abraçaram, pais e mães de família, cidadãos brasileiros abandonados por um governo do estado incompetente e inoperante.
 
 
PMs e familiares buscam proteção contra ataques e deixam casas em SP 
Em busca de proteção, outros PMs mudaram de cidade e até de estado. 
Fugir das estatísticas que já incluem 100 policiais militares mortos neste ano em São Paulo exige sacrifício de policiais militares e de seus parentes. O G1 ouviu essas pessoas. Ameaçadas ou atacadas, elas precisaram deixar seus bairros ou suas cidades e até mudaram de estado para fugir da onda de violência, protagonizada por criminosos executando agentes de segurança e policiais matando bandidos para vingar as mortes dos colegas.
Segundo a Polícia Militar, até quarta-feira (12), 102 policiais militares foram assassinados no estado, sendo 80 deles na ativa e 22 aposentados. Dos que estavam em atividade, 3 foram mortos em serviço e 77 enquanto estavam de folga.
“Eu tenho casa, mas não tenho lar. Tenho esposa e família, mas não posso conviver com eles”, conta um sargento reformado da Polícia Militar (PM) que teve seu nome encontrado em uma lista que citava policiais marcados para morrer na favela de Paraisópolis, na Zona Sul da capital paulista. Depois da descoberta, ele passou a receber escolta da PM durante 24 horas. Uma viatura ficava parada em frente a sua residência enquanto policiais da Rocam lhe davam cobertura quando precisava sair de casa. Cansado de ser alvo e ainda com medo da violência apesar da proteção, o sargento decidiu deixar São Paulo e se afastar da sua família.
Oficialmente, a PM não informa quantos policiais alvos de criminosos estão sob proteção da corporação, mas representantes de entidades de classe afirmam que ao menos 20 agentes têm escolta, sendo que seis deles deixaram a capital paulista com apoio das associações.
Uma das filhas do sargento reformado citado na lista feita pela facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios, Bruna, uma professora de 34 anos, alega que a ameaça sofrida pelo pai a obrigou a deixar o trabalho e sua casa. Com medo de também ser alvo dos criminosos, ela suporta agora a dor de ficar longe da filha de nove anos. “Tive que deixar minha filha com a família do pai. Nunca fiquei tanto tempo longe dela”, lamenta a mãe, em prantos. “Ela está sentindo muito minha falta, chora muito. Suas notas caíram na escola”. A família pretende agora vender o imóvel, pois não quer voltar ao bairro onde vivia.
 
Colete e casa nova
 Após ter seu carro atingido por tiros disparados por homens com capacetes em duas motos, um soldado que preferiu não se identificar conta já ter mudado duas vezes de endereço neste ano. Apesar do risco, disse não ter solicitado escolta. "A polícia de São Paulo tem mais de 100 mil integrantes. Qual desses 100 mil não correm risco hoje? Seria impossível se todos os policiais pedissem proteção a seus comandantes", comenta o policial.
"Eu mudei a minha rotina, completamente. Eu mudei de residência duas vezes. Eu não frequento mais lugares público e, fé em Deus", conta o soldado.
Condomínio
 Em um dos três condomínios da Grande São Paulo ocupado por uma maioria de policiais desde o fim dos anos 90, a ordem é reforçar a segurança com vigias, segurança 24 horas. Os próprios moradores se revezam na vigilância: armados, eles ficam nas portarias e no alto dos prédios, monitorando quem entra e quem sai para garantir tranquilidade as suas famílias. "O temor de uma invasão, de um ataque interno, isso é praticamente nulo porque os próprios moradores oferecem resistência adequada", diz o síndico, que é cabo da PM.
 "A orientação que nós estamos passando aos moradores foi a seguinte: quanto ao horário de chegada e saída dos moradores, redobrar a atenção. Nós reforçamos a segurança nos portões de saída, colocando sempre um morador que se voluntaria a ficar com o porteiro até o horário de saída dos moradores, e na chegada também", disse.
Segundo o síndico, o cuidado com as visitas é redobrada. "Orientamos os funcionários quanto a chegada de visitas. Para não permitir que uma visita entre sozinha sem ser anunciada por um morador. E o morador tem que descer para subir com a visita. caso contrário essa pessoa não entra", explica o síndico. Neste ano, um dos moradores, que não era PM, foi confundido com um policial e acabou morto por um homem em frente ao condomínio.
Famílias afetadas
 Quem não conta com uma estrutura de apoio formada pela própria vizinhança relata que toma cuidados individuais. Com medo, uma professora de 32 anos que preferiu não se identificar, mulher de um soldado da PM de Santos, diz que se sente mais segura quando está longe do marido, que está há sete anos na corporação.
“Eu me sinto mais segura em sair sozinha com as crianças do que quando ele está junto”, diz ela. “Quando a gente sai junto, eu dirijo enquanto ele observa”. Segundo a professora, os vidros do carro da família receberam película escura e ficam sempre fechados. Quando o casal sai junto de casa, apenas a mulher dirige o carro enquanto o marido fica com a arma nas mãos e de olho em suspeitos que possam se aproximar do veículo.
Os filhos do casal, de 12 anos e 2 anos, que iam para a escola na companhia do pai, passaram a ser levados somente pela mãe ou avó. Ela conta que a direção do colégio também se previne contra possíveis emboscadas.
Em outro caso, a rotina dos familiares de um cabo que está há 16 anos na PM mudou completamente. Como a mulher também é militar são os filhos de 7 e 11 anos quem mais sofrem. As crianças passaram a ficar confinadas em casa e até dentro da escola.
“A perua escolar não pega mais as crianças na rua, só dentro da escola. Meus filhos não ficam mais no pátio do colégio com os outros alunos, eles aguardam pela van dentro da sala da coordenadoria”, diz o pai, que é cabo. “Até para sair de casa para ir trabalhar dependendo de onde você mora tem que pedir apoio de uma viatura. É difícil continuar sobrevivendo”.
Moradora de Poá, na Grande São Paulo, uma policial que é cabo e trabalha há 20 anos na PM, passou a confinar os filhos de 5 e de 12 anos em casa. “Eles não brincam mais na rua, não estamos fazendo passeios e só vão pra escola de perua”, diz. (Kleber Tomaz e Tatiana Santiago)

sexta-feira, dezembro 14

* PF



Ando me entupindo de barras de cereais integrais, coockies integrais, iogurtes, sucos de frutas, sanduiches e café, muito café, a bendita cafeína que nos mantém acordados para o bem e o mal, entre um compromisso e outro, na rua, correndo...
Mas..., confesso, ando aceitando um convite a qualquer hora do dia ou da noite para um bom pf caseiro fumegante, perfumado a alho e cebola, honesto, quentinho...
Saudade! rss






 

terça-feira, novembro 27

* Quando juntam um designer imbecil e um prefeito idiota, vê no que dá!


São Paulo interessado em atender a determinação de viabilizar o acesso de deficientes aos meios de transporte, encontrou uma solução absurda que coloca em risco TODOS OS USUÁRIOS DE LINHAS DE ÕNIBUS.
Explicando: Na busca de soluções que facilitem a vida dos cadeirantes há alguns anos colocaram elevadores, rampas móveis, nas entradas, que se não eram as soluções ideais, cumpriam a determinação de transportar um ou outro cadeirante que faz uso do transporte público.

Agora encontraram uma solução simplesmente absurda. No meio do ônibus tem portas que ficam â altura das calçadas, sem degraus, solução barata que permite acesso fácil e eficiente para qualquer deficiente. Só que para o usuário comum que entra pela porta da frente e sai pela porta dos fundos, tem dois degraus para descer até o cobrador, e depois mais dois degraus para subir até a porta de saída
SIM!!!! Dois degraus para descer, e dois para subir NO MEIO DO CORREDOR, mesmo durante o rush se espremendo dos dois lados, sem a menor visibilidade de onde se pisa!!!!!!!!!!!!
Hoje, numa freada saí voando pelos degraus, por sorte fui generosamente apanhada em voo por um japonês com jeitão de lutador de sumô...

Mas, fico me perguntando, QUANTAS PESSOAS JÁ SE FERIRAM COM ESSA GENIALIDADE DE UM DESIGN IMBECIL E UM PREFEITO MAIS IMBECIL AINDA QUE APROVA ESSA BARBARIDADE?

É claro que considero justas as medidas que facilitem a vida dos cadeirantes, mas não as custas e riscos da grande maioria dos usuários que não são!

Como o que é 'BOM' para São Paulo, é ótimo para o todos, fica aqui o aviso, se aparecer um ônibus desses na sua cidade, bota fogo!

 
 
Visão do piso onde ficaria um deficiente físico, ou o local onde fica o cobrador, para o fim do ônibus onde fica a porta da saída. Lembrando que antes disso tem esses mesmos dois degraus para descer, com o ônibus em movimento, para chegar até a catraca.

Kassab, JÁ VAI TARDE!

Pronto, falei!