Patchwork da semana:

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“Marcos Valério tenta manchar a vida de Lula, o presidente de maior aceitação desse país. Valério não tem moral. Quem é Marcos Valério para acusar Lula? Acho até que Lula deve se defender com mais veemência; gostei da resposta do governo… Valério fez o que fez e a mídia ainda dá moral pra um bandido desse?”
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Para a presidente, o Congresso é autônomo e poderá tomar a decisão que quiser.
Em sessão tumultuada, o plenário do Congresso aprovou na tarde desta quarta-feira (12) o regime de urgência para a apreciação do veto ao artigo 3º da Lei dos Royalties, feito por Dilma.
"EU JÁ FIZ TODOS OS PLEITOS. O MAIOR É VETAR. NÃO TEM MAIS O QUE FAZER.
NÃO TEM NENHUM GESTO MEU MAIS FORTE DO QUE O VETO. O RESTO SERIA IMPOSSÍVEL. EU NÃO VOU IMPEDIR QUE NINGUÉM VOTE DE ACORDO COM A SUA CONSCIÊNCIA. QUE TODOS VOTEM DE ACORDO COM A SUA CONSCIÊNCIA”, AFIRMOU.

BRASÍLIA - Lideranças do PPS, do PSDB e do DEM anunciaram nesta terça-feira, 11, três frentes de atuação para investigar o envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o escândalo do mensalão, após o depoimento do empresário Marcos Valério prestado à Procuradoria Geral da República e publicado com exclusividade pelo Estado. Valério afirmou no depoimento que recursos do mensalão custearam despesas pessoais de Lula e que o ex-presidente deu o aval para que os bancos Rural e BMG tomassem os empréstimos que abasteceram o esquema de compra de apoio político no Congresso.
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Já o governo da presidenta teve 62% de aprovação (ótimo e bom), mantendo o índice anterior, enquanto 29% consideram a administração federal regular e 7% acham que é ruim ou péssima
A confiança na atuação de Dilma também e alta: 73%. Sobre a expectativa para os dois anos restantes do governo, 62% acreditam que será ótimo ou bom; 25% que será regular; e 7%, ruim ou péssimo.
Entre as políticas de governo, a que conta com maior respaldo popular é o combate à fome e à pobreza, considerado positivo por 62%. Em seguida vêm o combate ao desemprego, com aprovação de 56%, proteção ao meio ambiente, com 52%, e combate à inflação, com 45%. A gestão da saúde é reprovada por 74% dos entrevistados, e 68% veem como negativa a atuação na área de segurança pública.
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